29.9.08



Since I started to read ''Girl, interrupted", by Susanna Kaysen, in the last couple weeks, I have been thinking about nothing but madness. Sick minded. Mental illness, whatever. I just come back from college from mondays to fridays and lay down on my bed pretending to read something to get a good grade, and the only thing I do is to eat up my newest book.

Yet, I have a good reason for that, or, at least I think so. I am particularly interested - and it has always been like that - to the main subject the book talks about. I have always been fascinated about people's behavior, human mind, counciousness and uncounciousness, and even most about my own. I have been a long time curious about how the hell a person crosses the line from the real world to completely insanity? How is that? What is necessary?

And then I found this, on the first page, right in the first paragraph:


"People ask, How did you get in there? What they really want to know is if they are likely to end up in there as well. I can't answer the real question. All I can tell them is, It's easy.

And it is easy to slip into a parallel universe. There are so many of them: worlds of the insane, the criminal, the cripled, the dying, perhaps of the dead as well. These worlds exist alongside this world and resemble it, but are not in it".


Awesome. This is the REAL story of an eighteen-year-old girl, written by herself. After intending to commit suicide, she has been sent to a hospital which does not treat patients as well as they were supposed to do. Susanna has her diagnosis impression (she put copies of them in the book!) at admission written things like "Psychoneurotic depressive reaction or Personality pattern disturbance", etc. But, as you read the book, you become aware that, ironically, she has the most good sense in the place.


Then I have thought about myself and remembered hard situations when I thought I would myself become crazy. Those times were not a BIG deal, though had caused me panic. It happens usually when something incredibly strange and unusual occurs, so you are not able to distinguish wether that is really happening or just a product of mind. Moments that if I hadn't stoped thinking and tried to keep calm, I would have soon realized that I really reached the line for the fantasy world.

However, that was only to say that "Girl, interrupted" is an excellent book that I can't stop reading, it flows naturally. I strongly recomend.


***

14.9.08

Semaninha caída essa... amanhã é segunda, tudo pode mudar. Gripe maldita vai embora.

11.9.08

we both are cute for two ugly people. :^)




10.9.08

I do miss my beloved one. ahm...
Sempre viciei fácil nesses gessing games. Clica aí, escolhe uma sala, descobre (o mais rápido que puder) o que o pessoal está desenhando, e ganhe pontos para... passar o tempo.

Nesse aí, a palavra era samambaia, (que ninguém adivinhou, porque incluíram a mulher no desenho) .

9.9.08

Tenho 3 coisas a comunicar:

1)Que soninho...
2)...vou tomar um café pra acordar....
3)...mas não consigo me mexer daqui e...

.
.
.

ZzzZzzZ...

28.8.08

Acho que finalmente encontrei uma matéria na faculdade que desperta verdadeiramente meu interesse : é o curso de PLE, Português Língua Estrangeira. Toda terça e quinta, às 9h20, estudo essa matéria, e tenho descoberto muitas coisas legais sobre o ensino de português para estrangeiros. Descobri que existe um exame de proficiência na UFRJ, que é chamado de CELPE- Bras. É como se fosse um exame de Cambridge ou Michigan, para avaliar o quanto o aluno é capaz de se comunicar naquela língua, no caso, o português. É o único no Brasil reconhecido pelo MEC. Os professores da UFRJ dão cursos preparatórios que duram de sete a oito meses e os exames são enviados para Brasília, e lá são corrigidos.
O mais legal de tudo, é que esses cursos nunca envolvem só a língua em si. Envolvem também a troca de cultura entre alunos e professores. Lá na faculdade, se vê gente de todos os lugares do mundo querendo aprender português - japoneses, argelinos, nigerianos, congoleses, alemães- pelas mais diversas finalidades, porém geralmente para estudarem ou atuarem na sua área de interesse, não necessariamente línguas, aqui no Brasil.
Hoje, por exemplo, escutei algumas curiosidades sobre os alunos do PEC (turma de estudantes do Congo). Eles tem muito respeito em relação ao professor (coisa que os brasileiros as vezes se esquecem de ter), sempre referindo-se a ele como senhor ou senhora. É quase chocante para um Congolês ver um professor em situação subserviente. Uma vez, por exemplo, em que houve uma festinha de comemoração na sala de aula, a professora se levantou pra servir a bandeja de salgadinhos- o que causou um reboliço entre os Congoleses- , uma situação super normal para os brasileiros. Eles perguntam também coisas engraçadas do tipo "homens podem sentar com as pernas cruzadas aqui no Brasil?" ou "Professora, o que é piranha?" e coisas do tipo. Um deles ficou até interessado na minha amiga Marina. Explicando que ficaria aqui no Brasil por mais sete anos, convidou-a para ser a "Senhora" dele. rs. Ah, sim, eles também tem horror a casais que se beijam no meio da rua; é desrespeitoso.

31.7.08

Estou em novo dilema empregatício.
Tenho sempre muitos planos; o problema, é que quase todos se encaixam no momento da minha vida em que eu estiver terminado a faculdade. Isso gera muita ansiedade e angústia, porque apesar de estar quase concluindo o curso, sei que até lá não vou fazer outras coisas que eu gostaria de estar fazendo; então não me concentro no presente tanto quanto deveria. Fica sempre aquele arzinho de que estou perdendo tempo, traçando um futuro que vai me levar a nada. Tenho pressentimento de que essa sensação vai me perseguir infinitamente. Sinto ansiedade de ser independente. Na infância, imaginava que aos 23 anos eu sairia pra trabalhar, linda, com meu Taier e meu carro alto, e tudo estaria bem. Não pensava que ia ser tão difícil.

18.6.08

Quem diria que, no fim das contas, eu sou mesmo uma pessoa fútil ?
Não tem saída... agora são uma semana para me deprimir, uma para me levantar e outra para me adaptar. É a ordem natural da vida da Estela.

As vezes o meu tempo corre de maneira irregular. Novamente na cama de gelatina, movimentos repetidos, pra cima pra baixo pra cima pra baixo pra cima pra baixo, lentamente. É assim que as coisa são. Adaptation or not survive.

24.3.08

porra, eu nasci pra ser rica!!!

21.3.08

11.3.08

Noite passada sonhei que eu tinha uma barriga imensa.
Daí nascia um bebê lindo que virava uma menina de uns 3 anos de idade. Lembro pouco, estava mais nítido de manhã, agora esqueci.
Só sei que eu ADORAVA a menina e não me importava quem era o pai, emprego, nada.
A sensação era boa, eu me sentia segura de amar alguém que eu sabia que sempre ia estar comigo, não importava o que acontecesse. O mais estranho que ocorreu foi que, quando eu acordei -mesmo depois de algumas horas- eu comecei a sentir falta daquela pessoinha, a menininha que me chamava de mãe e que nunca existiu.
torçopranatiganharobigbrotheroito.
Preguiça... fiquei quarenta e cinco minutos no ponto de ônibus e isso significa Av. Brasil infernal, acabei desistindo de ir pra faculdade. Só passei na padaria just to buy a cigarette pack e voltei pra casa. Agora estou na sala, fui expulsa do meu quarto por causa da obra. Mais tarde corro pra fazer prova. Esse será meu dia.beijoetchau.

9.3.08

significados das palavras "poesia" e "literatura", de Teoria da Literatura.
POESIA
1.gênero de literatura caracterizado pelo uso do verso, da linguagem metrificada, oposto ao gênero chamado prosa;
2.literatura, englobando as manifestações tanto em linguagem metrificada quanto em não-metrificada, desde que em tais manifestações se reconheçam propriedades consideradas artísticas e/ou ficcionais, por oposição às demais obras escritas - cienctíficas ou técnicas - destituídas de tais propriedades;
3.circunstância, paisagem, manifestação artística, situação existencial, etc., dotados de aparência tida como bela ou comovente, capaz, portanto, de gerar especiais ressonâncias interiores no espectador.
LITERATURA
1.conjunto da produção escrita de uma época ou país (donde expressões do tipo "literatura clássica", "literatura oitocentista", "literatura brasileira", etc);
2.conjunto de obras distinto pela temática, origem ou público visado (donde expessões do tipo "literatura infanto-juvenil", "literatura feminina", "literaturade ficção científica, etc.)
3.bibliografia sobre determinado campo especializado do conhecimento (donde expressões do tipo "literatura médica", "literatura jurídica", "literatura sociológica", etc);
4.expressão afetada, ficção, irrealidade, frivolidade (donde empregos do tipo: "Depois de tanto palavrório, tanta literatura, nada se resolveu");
5.disciplina que procede ao estudo sistemático da produção literária (donde expressões do tipo "literatura geral", "literatura comparada", "literatura brasileira", etc).
Pra falar a verdade, já tive vontade de mandar uma carta anônima pra ela, contando o meu problema.
pq além de tudo, ela parece também ser uma pessoa muito bem sucedida com relacionamentos, sei lá.
Come with me
my love
to the sea, the sea of love
i want to tell you
how much
i love you

e não haverá perdão para as pessoas covardes. vai dando paulada no coração,vai.
vaziozinho.

1.3.08

Tradução/resuminho que eu fiz de uma parte de Alice in wonderland, TWEEDLEDUM AND TWEEDLEDEE chapter:
O Sol refletia no mar, como é seu dever de cada dia, acariciando e fazendo as ondas brilharem.
O estranho é que era noite. A Lua estava tímida, pois achava que não era justo o Sol estar lá depois do dia ter ido embora: "quanta grosseria de sua parte!" - a Lua disse. O mar estava úmido e a areia seca como de costume. Não havia nuvens, nem pássaros. O leão-marinho e o carpinteiro caminhavam e se queixavam da quantidade de areia: "Haveria mais espaço se pudesse ser limpo" . Sete faxineiras com sete vassouras - disse o leão-marinho- conseguiriam dar conta?
" Eu duvido", disse o carpinteiro derramando uma lágrima.
O leão-marinho suplicou para que as ostras os acompanhassem pela praia. A ostra mais velha os olhou sem dizer uma palavra, apenas piscou um olho e sacudiu a cabeça como se não tivesse outra escolha.
Quatro jovens ostras se apressaram: os cascos polidos, as caras lavadas, os sapatos asseados - o que era bem estranho porque, você sabe, ostras não têm pés.
Mais quatro ostras os seguiram, e depois mais quatro e mais quatro...
O leão-marinho e o Carpinteiro andaram alguns metros e então descansaram em uma rocha, enquanto todas as pequeninas ostras esperavam em fila.
" Já é hora", disse o leão-marinho, " falemos de sapatos, navios, verduras e reis, o mar fervescente e porcos com asas".
"Espere um pouco", assustaram-se as ostras, " devemos descançar antes de começarmos, pois somos gordas".
"Sem pressa", respondeu o leão-marinho.
As ostras ficaram muito agradecidas.
... TO BE CONTINUED.